Condução à Portuguesa.

No passado fim de semana resolvi ir à terra ver a família. O que é que isto tem de novidade? Nada! A única coisa diferente foi ter ido de carro em vez de Intercidades como habitualmente. Não fosse a manutenção a decorrer na linha da Beira Alta que implica transbordo para autocarro em Coimbra e outro em Mortágua novamente para o comboio, a opção pelo transporte público teria sido mais uma vez a eleita. Enfim… a verdade é que após 700 km por Estradas Nacionais, IP’s e Auto-Estradas constatei que duas situações:

1. É uma estupidez haver autoestradas com três faixas. Afinal de contas as pessoas não andam na faixa mais à direita, andam na faixa à direita da faixa mais à esquerda. Quando só há duas faixas está tudo bem a faixa mais à direita coincide com a faixa à direita da faixa mais à esquerda, agora quando existem 3 faixas isto não se verifica e acaba tudo por ir na faixa do meio. Resumindo, um autêntico desperdício de dinheiro em terceiras faixas…

2. Abrir uma oficina para substituição de “piscas” deve render, afinal muito poucos são os que funcionam!!! Um investimento relativamente pequeno e com retorno assegurado por altura das inspecções periódicas…

E assim, cá vamos nós andando pra baixo e pra cima neste pequeno rectângulo inclinado para o mar a que chamamos Portugal num estilo muito próprio a que chamo “Condução à Portuguesa“.

Gabriel Lopes

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